Categoria: RAM

  • Operações pelo Move Brasil já consumiram 37% do orçamento

    Operações pelo Move Brasil já consumiram 37% do orçamento

    Desde que foi criado, no início de janeiro, o Move Brasil, programa com foco à renovação da frota de caminhões, o BNDES já aprovou R$ 3,7 bilhões, 36,8% dos R$ 10 bilhões da dotação orçamentária. De acordo com o balanço do banco de fomento, R$ 3 bilhões foram contratados e R$ 1,9 bilhão desembolsado, atendendo transportadores de 1.028 municípios.

    No curto período, 3.318 operações foram aprovadas para financiar mais de 5,8 mil caminhões. Pelo balanço, a maior parte do valor, R$ 3,6 bilhões, se destina a compra de caminhões novos por frotista, enquanto o restante de R$ 90 milhões representa negócios com autônomos. O ticket médio por operação foi de R$ 1,1 milhão.

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    “O BNDES Renovação de Frota é um programa estratégico para as políticas públicas de neoindustrialização, sustentabilidade e inclusão social do governo do presidente Lula”, observou Aloizio Mercadante, presidente do BNDED, para a Agência BNDES de Notícias. “São R$ 10 bilhões injetados na economia brasileira para modernizar o transporte rodoviário, reduzir emissões, aumentar a segurança nas estradas e fortalecer a indústria nacional de caminhões, com apoio aos transportadores autônomos.”

    O Move Brasil, por meio do BNDES Renovação de Frota, dispôs R$ 6 bilhões em recurso do Tesouro Nacional e mais R$ 4 bilhões captados pelo BNDES. O programa oferece taxas de juros que variam de 13% a 14% ao ano, prazo de pagamento de até 60 meses e carência de até seis meses. Permite ainda financiamento tanto de caminhões novos quanto seminovos. As operações deverão ser contratadas com os clientes finais até o dia 25 de maio.


    Foto: Rovena Rosa/Agência Brasil



    Fonte: Auto Industria

  • Nova CNH: mais de 10 mil brasileiros se formaram pelo app em 2 meses

    Mais de 10 mil brasileiros já concluíram todo o processo da primeira habilitação por meio do aplicativo CNH do Brasil, criado pelo Ministério dos Transportes. Desde 9 de dezembro de 2025, 10.289 candidatos finalizaram todas as etapas e já estão com a carteira emitida.

    O novo modelo centraliza o processo em ambiente digital. Pelo aplicativo, o candidato inicia o pedido, realiza o curso teórico, agenda exames médico e psicológico, faz a coleta de biometria e presta as provas teórica e prática. Após a aprovação em todas as fases, o documento é emitido.

    Antes da reformulação, a obtenção da primeira CNH levava, em média, nove meses. Com as novas regras implementadas em janeiro de 2026, o prazo caiu para cerca de dois meses. Além disso, o custo total do processo foi reduzido em aproximadamente 70%, segundo a o Ministério.

    A modernização também incluiu a publicação do Manual Brasileiro de Exames de Direção Veicular, elaborado pela Secretaria Nacional de Trânsito (Senatran).

    O documento estabelece critérios padronizados para o exame prático, como definição de percurso e parâmetros de avaliação, trazendo mais transparência e uniformidade ao processo.

    Outra mudança importante foi a ampliação da atuação de instrutores de trânsito autônomos. Já foram registrados 52.195 cursos práticos ministrados por esses profissionais para candidatos à primeira habilitação, o que ampliou a oferta de formação e facilitou o acesso ao serviço.

    Desde o lançamento do programa, o aplicativo ultrapassou 50 milhões de usuários cadastrados. Mais de 3 milhões de brasileiros iniciaram o curso de formação de condutores pela plataforma, e cerca de 2 milhões já concluíram essa etapa.

    Considerando também candidatos que começaram o processo antes das novas regras e finalizaram depois da implementação do modelo digital, o Brasil soma 424.349 pessoas com a CNH emitida no período.

    Os cinco estados com maior número de emissões da primeira CNH pelas novas regras são:

    • Rio Grande do Sul: 2.530 emissões
    • São Paulo: 1.690 emissões
    • Minas Gerais: 1.431 emissões
    • Pará: 839 emissões
    • Paraná: 676 emissões

    Renovação automática da CNH: até que idade é possível se enquadrar?



    Fonte: CNN Brasil Auto

  • Triton L200 enfrenta gigante RAM 2500; diferença impressiona

    Triton L200 enfrenta gigante RAM 2500; diferença impressiona

    A Mitsubishi Triton L200 e a RAM 2500 representam dois extremos do universo das picapes no Brasil. Embora ambas tenham proposta robusta e motor a diesel, a diferença de porte, potência e finalidade impressiona logo no primeiro olhar. Ainda assim, muitos motoristas consideram as duas opções quando buscam um veículo forte e confiável.

    A Triton L200 pertence ao segmento médio, enquanto a RAM 2500 integra a categoria heavy duty, projetada para tarefas muito mais exigentes. Por isso, a comparação revela não apenas números distintos, mas também filosofias completamente diferentes de uso.

    Triton L200 enfrenta gigante RAM 2500 ─ Imagem: Edição/Garagem360

    A diferença começa pelo motor, que define o comportamento de cada modelo na prática. A Triton utiliza um motor 2.4 turbodiesel capaz de gerar até 205 cavalos e cerca de 47,9 kgfm de torque. Esse conjunto garante bom equilíbrio entre força, economia e uso diário.

    RAM 2500 entrega potência muito superior

    A RAM 2500 opera em outro patamar. Equipada com um motor 6.7 turbodiesel Cummins, ela pode ultrapassar 430 cavalos e atingir aproximadamente 148 kgfm de torque. Ou seja, mais que o triplo da força entregue pela Triton.

    Esse nível de torque permite rebocar cargas extremamente pesadas, incluindo trailers grandes, barcos e equipamentos agrícolas. Por isso, a RAM se aproxima do desempenho de veículos comerciais leves.

    Além da potência, o tamanho também impressiona. Afinal, a RAM 2500 ultrapassa 6 metros de comprimento e pesa mais de 3 toneladas. Em comparação, a Triton mede cerca de 5,3 metros e pesa aproximadamente 2 toneladas.

    Essa diferença impacta diretamente a dirigibilidade. Enquanto a Triton se adapta bem ao uso urbano e rodoviário, a RAM exige mais espaço e atenção nas manobras.

    Triton L200 aposta em versatilidade e economia

    Apesar da enorme diferença de força, a Triton oferece vantagens importantes no uso cotidiano. Seu tamanho mais compacto facilita o estacionamento e a condução em cidades.

    Outro ponto relevante é o consumo. Por ter motor menor e peso reduzido, a Triton apresenta melhor eficiência energética, o que reduz os custos no longo prazo.

    Veja um resumo das principais diferenças:

    Característica Mitsubishi Triton L200 RAM 2500
    Motor 2.4 turbodiesel 6.7 turbodiesel Cummins
    Potência até 205 cv até 436 cv
    Torque até 47,9 kgfm até 148 kgfm
    Comprimento cerca de 5,3 metros mais de 6 metros
    Peso cerca de 2 toneladas mais de 3 toneladas
    Uso ideal urbano, fazenda e uso diário carga pesada e reboque extremo

    Além disso, o custo de aquisição também diferencia os modelos. A Triton possui preço muito mais acessível, enquanto a RAM pode custar mais que o dobro, dependendo da versão.

    Mesmo com essas diferenças, ambas podem ser dirigidas com CNH categoria B, desde que respeitem os limites legais de peso bruto total.

    No fim, a escolha depende do perfil do motorista. A Triton L200 atende quem busca versatilidade, economia e uso misto. Já a RAM 2500 é indicada para quem precisa de força máxima e enfrenta tarefas pesadas com frequência.

    A comparação deixa claro que, embora compartilhem o formato de picape, essas duas gigantes ocupam universos completamente diferentes.



    Fonte: Garagem 360

  • Qual habilitação para dirigir a Dodge Ram 2500 no Brasil? Regra surpreende motoristas

    Qual habilitação para dirigir a Dodge Ram 2500 no Brasil? Regra surpreende motoristas

    Muitos motoristas se surpreendem ao descobrir que a Dodge Ram 2500 não pode ser dirigida com a CNH comum. Apesar de ser uma picape, a legislação brasileira exige uma habilitação diferente por causa do peso do veículo. Essa regra é obrigatória e pode gerar multa e até retenção do veículo se não for respeitada.

     
    Qual habilitação para dirigir a Dodge Ram 2500 no Brasil? ─ Imagem: Divulgação/RAM – Edição/Garagem360

    O principal fator que define a habilitação necessária é o Peso Bruto Total (PBT), que inclui o peso do veículo mais sua capacidade máxima de carga. No caso da Ram 2500, esse valor ultrapassa o limite permitido para motoristas com CNH categoria B.

    Por isso, mesmo sendo visualmente parecida com outras picapes, ela é classificada de forma diferente pela legislação de trânsito.

    Qual CNH é necessária para dirigir a Ram 2500?

    A Dodge Ram 2500 exige, no mínimo, a CNH categoria C.

    Isso acontece porque o modelo possui Peso Bruto Total de aproximadamente 4.490 kg. Esse valor, entretanto, ultrapassa o limite de 3.500 kg para a CNH categoria B. Na prática fica assim:

    Categoria da CNH Tipo de veículo permitido Pode dirigir Ram 2500?
    Categoria B até 3.500 kg Não
    Categoria C acima de 3.500 kg Sim
    Categoria D transporte de passageiros Sim
    Categoria E veículos com reboque pesado Sim

    Ou seja, a categoria mínima obrigatória é a C.

    Por que a Ram 2500 exige habilitação diferente?

    A Ram 2500 é considerada um veículo de carga pela legislação brasileira, mesmo sendo uma picape. Isso ocorre porque ela foi projetada para suportar cargas maiores e realizar reboques pesados.

    Entre os fatores que contribuem para essa classificação estão:

    • Chassi reforçado

    • Suspensão mais robusta

    • Alta capacidade de carga

    • Peso estrutural elevado

    Qual habilitação para dirigir a Dodge Ram 2500 no Brasil? ─ Imagem: Divulgação/RAM

    Além disso, a picape pode rebocar cargas superiores a 7 toneladas, algo próximo da capacidade de caminhões leves.

    Essas características exigem maior controle do motorista e, por isso, a legislação exige uma categoria superior de habilitação.

    O que acontece se dirigir a Ram 2500 com CNH B?

    Dirigir a Ram 2500 com CNH categoria B é considerado infração gravíssima. As consequências incluem:

    • Multa de R$ 293,47

    • 7 pontos na CNH

    • Retenção do veículo até apresentação de condutor habilitado

    Esse risco é real e pode gerar transtornos, especialmente em fiscalizações rodoviárias.

    Como tirar a CNH categoria C em 2026?

    Motoristas com CNH B podem fazer o upgrade para categoria C, desde que atendam aos requisitos. Dessa forma, os principais são:

    • Ter mais de 21 anos

    • Ter CNH B há pelo menos 1 ano

    • Não ter infrações graves recentes

    • Fazer exame toxicológico

    • Passar no exame médico e prova prática

    O custo total geralmente fica entre R$ 800 e R$ 2.200, dependendo do estado.

    Qual habilitação para dirigir a Dodge Ram 2500 no Brasil? ─ Imagem: Reprodução

    Ram 1500 pode ser dirigida com CNH B

    É importante destacar que a Ram 1500 não exige CNH C. Isso acontece porque o peso bruto total do modelo fica abaixo de 3.500 kg, limite permitido para a categoria B.

    Essa diferença gera confusão entre motoristas, já que os modelos são parecidos visualmente.

    Conclusão: atenção antes de comprar uma Ram 2500

    A Dodge Ram 2500 exige CNH categoria C obrigatoriamente no Brasil. Isso acontece porque o peso do veículo ultrapassa o limite permitido para a habilitação comum.

    Antes de comprar esse tipo de picape, é essencial verificar se sua habilitação é compatível. Caso contrário, será necessário fazer o upgrade para evitar multas e problemas legais.



    Fonte: Garagem 360

  • Impressões: Entre Rampage e 1500, nova Ram Dakota aumenta opções entre picapes médias

    Impressões: Entre Rampage e 1500, nova Ram Dakota aumenta opções entre picapes médias

    Foto da linha Ram Dakota 2027
    Versões da nova Ram Dakota: Laramie e Warlock

    Produzida em Córdoba, Argentina e situada entre Rampage e 1500, a nova Ram Dakota tem chassi de longarinas e arquitetura compartilhada com a Fiat Titano, o que indica resistência estrutural e capacidade para uso severo.

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  • Veículos usados desvalorizaram menos em 2025 no Brasil

    Veículos usados desvalorizaram menos em 2025 no Brasil

    Foto do Renault Kwid E-Tech 2026
    Entre os veículos usados, Renault Kwid E-Tech elétrico é raro, mas não impossível

    Crescimento tímido nas vendas de automóveis e comerciais leves novos (2,5% e 3%, respectivamente), em 2025 comparado a 2024, mostrou contraste em relação aos percentuais robustos do mercado de veículos usados.

    Desvalorização foi reduzida e indicou um ano de demanda aquecida. Números levantados pelo Índice Webmotors com base em anúncios de venda e compra.

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  • Financiamentos de veículos cresceram 8,7% em janeiro

    Financiamentos de veículos cresceram 8,7% em janeiro

    Se os licenciamentos de automóveis e comerciais leves começaram o ano com discreta elevação de 1,6% apenas, as vendas financiadas aceleraram bem mais frente ao ano passado.

    A comparação de janeiro último com igual mesmo mês de 2025 mostra crescimento de 8,7%, com as transações de produtos novos evoluindo ainda mais, 13,4%, e as de seminovos bem menos, 7,6%.

    Considerando as vendas de veículos leves e pesados, além de motos, foram financiadas 616 mil unidades no primeiro mês de 2026, crescimento de 9,2% diante de 2025 e o maior número para janeiro desde 2008, segundo levantamento da Trillia, nova linha de negócios de dados da B3.

    Os veículos seminovos lideraram, com 412 mil unidades financiadas, crescimento de 8,8%, enquanto os negócios de seminovos atingiram 204 mil, 10,1% a mais.

    As vendas financiadas de motos aumentaram 21,9% na comparação interanual. Contribuíram para o resultado sobretudo os produtos novos, que evoluíram 23,5% contra 18% dos seminovos.

    Já as transações financiadas de veículos pesados destoaram negativamente, com recuo de 3,2%, puxados pela queda de 25,1% dos modelos zero quilômetro, apesar do avanço de 10,9% dos usados.

    Variação dos preços

    Os preços dos veículos usados recuaram 4,3% na média dos últimos doze meses, aponta a Tabela Auto B3, ferramenta de precificação de veículos desenvolvida pela B3 em parceria com a Bright Consulting.

    A maioria dos segmentos segue em retração, mas utilitários esportivos e picapes compactas registraram as maiores baixas, respectivamente de 9% e 7,1%.

    Já valores pedidos por veículos novos ficaram 5,9% menores na média, com as picapes médias liderando as baixas com 8,7%. “Em relação a dezembro, a redução dos preços perdeu força, o que mostra um início de ano mais estável para o setor”, avalia a B3.


    Foto: Divulgação



    Fonte: Auto Industria

  • Ram Rampage Big Horn 2026 tem desconto de R$ 29 mil para CNPJ

    Ram Rampage Big Horn 2026 tem desconto de R$ 29 mil para CNPJ

    A oferta, válida até o dia 4 de março, posiciona a Rampage Big Horn em um território muito competitivo. Por R$ 199.990, ela briga diretamente com a Fiat Toro Ultra (flex), oferecendo a vantagem de um motor com muito mais torque e a durabilidade do diesel para o trabalho pesado.

    Acompanhe o Garagem360 e confira a oferta.

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    O que a Rampage Big Horn entrega no dia-a-dia?

    O coração desta Rampage é o motor 2.2 Turbodiesel MultiJet II. Ele entrega 200 cv de potência e um torque vigoroso de 45,9 kgfm, distribuído através de uma transmissão automática de nove marchas.

    Ram Rampage 2026 preço

    Rampage Big Horn 2026 | Foto: Divulgação (Stellantis)

    O grande trunfo aqui é a autonomia. Enquanto as picapes flex sofrem com o consumo em rodovias quando carregadas, a Rampage diesel registra médias de 13,3 km/l na estrada. Com um tanque de 60 litros, você pode rodar quase 800 km sem precisar parar em um posto, uma vantagem logística imensa para quem atua no agronegócio.

    Equipamentos

    Diferente das versões de entrada de outras marcas, a Big Horn não é “pelada”. Ela já sai de fábrica com um pacote tecnológico robusto:

    • Central multimídia de 12,3 polegadas com espelhamento sem fio e painel digital de 10,3 polegadas;
    • Seis airbags, freios a disco nas quatro rodas, Auto Hold e controle eletrônico de descidas (HDC);
    • Ar-condicionado digital dual zone com saídas para o banco traseiro, chave presencial e partida remota.
    Ram Rampage 2026 preço

    Foto: Divulgação (Stellantis)

    Rampage vs. Toro: Por que a Ram leva vantagem?

    Embora compartilhem a mesma plataforma (Stellantis), a Rampage entrega uma capacidade de carga de 1.015 kg, superando a Toro flex. Além disso, o acabamento interno da Ram utiliza materiais mais refinados e um isolamento acústico superior.

    Ram Rampage 2026 preço

    Foto: Divulgação (Stellantis)

    Ao custar menos que uma Toro Ultra Flex (que beira os R$ 201 mil), a Rampage Big Horn oferece mais torque, tração 4×4 e o prestígio de uma marca premium.

    Leia mais Fiat Toro 2026 tem bônus de até R$ 37 mil para CNPJ em fevereiro

    Quanto custa a Ram Rampage Big Horn 2026?

    Abaixo você confere o preço da Ram Rampage na versão Big Horn. Vale lembrar que a condição é exclusiva para a modalidade de venda direta para clientes com CNPJ ativo ou Inscrição Estadual de Produtor Rural.

    Modelo e Versão Preço Tabela Preço CNPJ (Fev/26) Desconto 
    Rampage Big Horn 2.2 Diesel R$ 228.990 R$ 199.990 R$ 29.000
    Fiat Toro Ultra 1.3 Flex R$ 200.990 R$ 173.893 (bônus) R$ 27.097

    A Rampage Big Horn é, atualmente, a melhor compra de picape diesel zero km do Brasil para quem tem CNPJ. Ela anula a vantagem da Toro Ultra Flex no preço e entrega um conjunto mecânico muito superior para quem precisa de tração 4×4 e economia em longas distâncias.

    Mas corra, pois a promoção acaba em 4 de março ou enquanto durarem os estoques da linha 2026.

    Conte para a gente: você prefere investir R$ 199 mil em uma Ram diesel “raiz” ou acha que a Fiat Toro ainda é mais prática para o uso urbano?



    Fonte: Garagem 360

  • Tera tenta convencer com bônus de R$ 8 mil, mas 5 pontos tiram o brilho

    Tera tenta convencer com bônus de R$ 8 mil, mas 5 pontos tiram o brilho

    A Volkswagen colocou o Tera no radar com bônus que chegam a R$ 8 mil em algumas versões.

    A estratégia é clara: tornar o SUV compacto mais competitivo em um segmento que está cada vez mais apertado.

    No papel, a oferta chama atenção. Na prática, porém, existem detalhes que podem pesar na decisão de compra.

    A seguir, cinco pontos que merecem análise antes de fechar negócio.

    Quais são os pontos negativos do Volkswagen Tera

    1 – Para-choque rente à tampa do porta-malas

    O desenho traseiro do Tera pode gerar custo extra no dia a dia.

    A capa do para-choque fica praticamente colada à tampa do porta-malas.

    Em pequenas colisões, algo comum em manobras urbanas, o impacto pode atingir áreas mais sensíveis da carroceria.

    Esse tipo de solução já foi alvo de críticas em outros modelos do mercado.

    O risco é transformar um leve toque em um reparo mais caro.

    VW Tera; SUVs mais vendidos 2026

    Foto: Divulgação (Volkswagen)

    2 – Potência na versão aspirada

    Na versão de entrada MPI, o Tera usa motor 1.0 12V de três cilindros, aspirado.

    São 84 cv com etanol e 77 cv com gasolina, além de 10,3 kgfm de torque (etanol). O câmbio é manual de cinco marchas.

    Curiosamente, no México, a versão básica conta com motor 1.6 de quatro cilindros, 110 cv e 15,8 kgfm.

    Ou seja, existe uma configuração mais forte no exterior, mas não disponível aqui.

    3 – Desempenho do 1.0 MPI

    Os números confirmam a limitação.

    Segundo a própria Volkswagen, o Tera 1.0 MPI faz de 0 a 100 km/h em 13,8 segundos e atinge 162 km/h de velocidade máxima.

    Para comparar:

    • Fiat Pulse Drive 1.3 manual: 11,7 s e 178 km/h
    • Renault Kardian Evolution 1.0 manual: 11 s e 180 km/h

    Na prática, o Tera é mais lento nas retomadas e exige planejamento maior em ultrapassagens.

    4 – Espaço para passageiros

    Com 4,14 m de comprimento e 2,56 m de entre-eixos, o Tera não entrega o melhor espaço interno da categoria.

    O túnel central elevado compromete ainda mais o conforto de quem vai no meio do banco traseiro.

    O Renault Kardian, por exemplo, tem 2,60 m de entre-eixos e mais altura interna, favorecendo a sensação de amplitude.

    5 – Visibilidade traseira

    O vigia traseiro é relativamente pequeno e os apoios de cabeça são fixos nas extremidades, sem regulagem de altura.

    Isso reduz o campo de visão durante manobras.

    Em estacionamentos apertados, esse detalhe pode incomodar.

    Como vimos acima, o bônus de R$ 8 mil ajuda a posicionar o Tera no mercado, mas não elimina limitações importantes.

    Portanto, antes de decidir, vale colocar esses pontos na balança e comparar com os rivais diretos.

    Como funciona a condição especial do Volkswagen Tera?

    A montadora oferece o bônus de até R$ 8.300 com o seu usado na troca.

    Uma vez que você já sabe as principais informações sobre o Volkswagen Tera, o Garagem360 quer saber: vale a pena compra? Comente e compartilhe a sua opinião com outros leitores.



    Fonte: Garagem 360

  • Vendas de carros disparam 26% em fevereiro e BYD já ameaça o 5º lugar da Toyota

    Vendas de carros disparam 26% em fevereiro e BYD já ameaça o 5º lugar da Toyota

    O setor automotivo brasileiro começou a segunda quinzena de fevereiro com números que impressionam. Segundo levantamento da Bright Consulting, o volume de emplacamentos subiu 26,6% em relação ao mesmo período de janeiro, somando mais de 86 mil unidades.

    Mesmo com a pausa do Carnaval, o ritmo de vendas superou tanto o mês anterior quanto o mesmo período de 2025. Acompanhe o Garagem360 e veja o ranking.

    BYD no encalço da Toyota

    O dado mais impactante da primeira metade de fevereiro é a escalada por ninguém menos que a chinesa BYD. Após fechar janeiro na oitava colocação, a marca de eletrificados já é a 6ª montadora mais vendida do país, com 6,2% de participação de mercado.

    vendas de carros 2026

    BYD segue fazendo história na venda de elétricos e híbridos no Brasil | Foto: Divulgação (BYD)

    A diferença para a Toyota (5ª colocação) é agora de apenas 20 unidades (5.355 contra 5.335). Se a tendência se mantiver, a BYD pode encerrar o mês como a primeira marca de origem chinesa a entrar no Top 5 histórico do varejo brasileiro. Outro destaque é a GWM, que consolidou sua presença no Top 10, ocupando a décima posição.

    Fiat consolida liderança e GM amarga queda

    Enquanto as marcas asiáticas avançam, as gigantes tradicionais vivem momentos opostos. Veja só:

    • Fiat: Segue imbatível no topo. Aumentou sua participação em 2,4 pontos percentuais (p.p.), saltando de 20,6% para 23,1% das vendas totais.
    • Hyundai e Honda: Também registraram crescimento expressivo de mercado, impulsionadas pela boa aceitação de suas linhas 2026.
    • General Motors (Chevrolet): Continua em uma trajetória de retração. A marca perdeu 1,7 p.p. de participação, caindo para o 4º lugar, sendo ultrapassada pela Hyundai na quinzena.

    Confira mais Alerta nos postos: conheça 21 cidades com mais fraudes em combustíveis no Brasil

    Quais as 10 marcas de carros mais vendidas (1ª quinzena de Fevereiro) de 2026?

    P. Marca Emplacamentos Participação (%)
    1 Fiat 19.964 23,1%
    2 Volkswagen 13.993 16,2%
    3 Hyundai 7.531 8,7%
    4 General Motors 7.358 8,5%
    5 Toyota 5.355 6,2%
    6 BYD 5.335 6,2%
    7 Honda 4.039 4,7%
    8 Jeep 3.902 4,5%
    9 Renault 3.031 3,5%
    10 GWM 2.256 2,6%

    A alta de 26% nas vendas mostra que o consumidor brasileiro recuperou o poder de compra neste início de 2026. No entanto, o realce vai para a velocidade com que as marcas chinesas estão “roubando” clientes de bandeiras históricas como a GM e a Nissan.

    Assim, a disputa entre Toyota e BYD pela quinta posição deve ser o grande fato do mês, simbolizando a transição do mercado para os veículos eletrificados.

    Comente abaixo: você acredita que a BYD terá fôlego para ultrapassar a Toyota e chegar ao Top 5 ainda este mês?



    Fonte: Garagem 360